Arquivo do mês: janeiro 2013

Borocoxô

Acordei borocoxô. Por função materna, mesmo assim fui dar uma caroninha básica pra filha caçulinha. Rala muito a criatura linda da mamãe. O João que não me ouça. Faz é tempo o patrimônio é mais seu.  Até hoje persigo criteriosamente … Continuar lendo

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AFINIDADE

A afinidade não é o mais brilhante, mas o mais sutil, delicado e penetrante dos sentimentos. O mais independente. Não importa o tempo, a ausência, os adiamentos, as distâncias, as impossibilidades. Quando há afinidade, qualquer reencontro retoma a relação, o … Continuar lendo

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Bambuzinho

Um dia desses perguntei a um amigo querido e chinês o significado de criarmos bambuzinhos em casa. Na lata ele disse nenhum. Adorei a praticidade. Aliás, peguntamos de um tudo para ele, como se fosse um sábio e mestre chinês … Continuar lendo

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Natureza selvagem, intuitiva e visceral

“Há algo em mim que não desaprende esse caminho. Que segue, quando, aparentemente, eu paro. Que continua a luzir, mesmo quando eu tropeço nas minhas sombras. Há algo em mim que me salva de mim. Que me leva pela mão … Continuar lendo

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Vida Líquida

Estou lendo Vida Líquida de Zygmunt Bauman. O tema bem discutido trata da avalanche de prazeres disponíveis a todo instante, sem descanso. Uma passagem bem oportuna: O lixo é o principal e, comprovadamente, mais abundante produto da sociedade líquido-moderna de … Continuar lendo

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Ritual selvagem

Cedinho acordei, tomei o remedinho, que conforme orientação médica poderá me acompanhar pelo resto da vida, Omeprazol. Embora tenha fortes restrições ao uso aleatório e contínuo de medicações por vezes se faz necessária. Questionei todos os médicos me garantem que … Continuar lendo

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ce la vie

Uiuiui… pois é… A vida não dá e nem empresta, não se comove e nem se apieda. Tudo quanto ela faz é retribuir e transferir aquilo que nós lhe oferecemos.(Einstein)

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